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Mostrando postagens de fevereiro, 2026
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   Sexta-feira de Insights: Da Macroeconomia à Simplificação Estratégica Esta última sexta-feira de fevereiro me trouxe lições profundas. Entre códigos em Python e estudos de IA, parei para analisar o que realmente move o ponteiro nos negócios e na carreira em 2026. Se você quer entender o que está acontecendo na intersecção entre tecnologia e liderança, aqui estão as minhas 5 principais conclusões: 1. O Grande Debate: Revolução ou Bolha? Mergulhei no debate entre Michael Burry (o homem que previu a crise de 2008) e Jack Clark (Anthropic). O Alerta: Burry questiona o retorno real dos trilhões investidos em infraestrutura de IA. Ele alerta para o risco de empresas gastarem bilhões apenas para não ficarem atrás dos concorrentes, sem necessariamente ganhar margem. A Oportunidade: O segredo não está na ferramenta, mas na eficiência e na aplicação real. O Brasil, com sua matriz renovável, pode ser um refúgio estratégico para o custo de processamento da IA no futuro. 2. A Inteli...
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  Li recentemente um texto do Cris Dias que me deu o empurrão que faltava. Ele resgatou a origem da palavra "ensaio" ( essais ), que para Michel de Montaigne significava apenas uma coisa: tentativa . Isso mudou meu jogo. Sempre tive o pé atrás com a ideia de ter um blog por achar que tudo precisava ser uma tese final, perfeita e irrefutável. Mas a verdade é que, com mais de 20 anos de carreira e agora mergulhado em IA e Dados, o que eu mais tenho são "tentativas" de entender para onde o mundo está indo. Minha visão pessoal Este blog não é para "hitar". É para eu descobrir o que penso. Como diz a frase que o Cris citou: "Escrevo porque só sei o que penso depois de ler o que escrevi" . Isso faz muito sentido pra mim, pra não perder o que eu estou lendo, nesse mundo cheio de mudanças constantes a gente se perde em um mar de informações Na era da Inteligência Artificial, onde qualquer máquina gera texto em segundos, o que sobra de valioso é a nossa v...
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  🚀 Liderança, "CPF" e a Navalha da IA: O que 2026 está me ensinando Muitos acreditam que a Inteligência Artificial vai substituir o julgamento humano. Após uma semana intensa de estudos em Data Science e Prompt Engineering , minha conclusão é oposta: a tecnologia só dá escala ao que somos. Se a base for torta, a IA apenas acelera o erro. Hoje, conectei quatro lições fundamentais que definem como estou moldando meu olhar estratégico neste ano: 1. O fim da verdade absoluta? (O alerta de Alberto Romero) Estamos vivendo um momento onde a ficção e a realidade se fundiram. Li um artigo de Alberto Romero que me fez parar: hoje, os textos mais virais sobre IA são ficções disfarçadas de relatórios reais. O perigo: Se não tivermos senso crítico, seremos guiados por "alucinações estatísticas". Em 2026, a nossa maior habilidade não é gerar conteúdo, mas sim a curadoria . É saber distinguir o que é sinal do que é ruído. 2. "Gênio forte" não é competência, é custo. ...
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  Diário de 2026: Liderança, Autoria e a Revolução Silenciosa O ano de 2026 não começou com um estrondo tecnológico, mas com o que chamo de "Revolução Silenciosa" . Estamos vivendo uma mudança sísmica onde o mantra do "crescimento a qualquer custo" está dando lugar ao "vender melhor" . Seja pelo impacto de novas tecnologias na saúde ou pela busca por um bem-estar digital real, o mercado está trocando o ruído pela essência. Como Partner Manager no Google e em plena jornada de MBA na LSE, percebo que liderar nesta era exige mais do que dominar ferramentas: exige Autoria e Calma . 1. O Comando através da Calma Muitas vezes, somos tentados a narrar nossa rotina pelo peso: "está tudo travado" , "a IA vai mudar tudo" . Em 2026, minha escolha é o comando. Adotei a Calma Estratégica não como lentidão, mas como método. No cenário volátil que o Platformer descreve — com bolhas de IA e pressões geopolíticas — a calma é o que permite enxergar as...
Liderança e Autoria: Como Navegar em 2026 sem Perder o Eixo O ano de 2026 chegou com uma promessa clara: a tecnologia não é mais apenas uma ferramenta de eficiência, mas o centro de grandes disputas políticas, sociais e culturais. Entre o avanço dos agentes de IA e a volatilidade do mercado, é fácil sentir que estamos "à deriva", reagindo a cada nova atualização ou mudança de cenário. Mas, após 20 anos de trajetória na área comercial e agora liderando parcerias estratégicas no Google, aprendi que a melhor forma de encarar o futuro não é correndo mais rápido, mas mudando a forma como narramos nossa própria jornada. 1. A Narrativa de Quem Faz (Autoria) Muitas vezes, descrevemos nossos dias pelos problemas que enfrentamos: "está tudo travado", "é muita coisa para resolver". Essa narrativa nos coloca como pacientes da vida. Em 2026, decidi adotar a narrativa do comando . Em vez de focar no que o mercado está fazendo, foco no que eu estou tentando construir. A ...
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  A Vida Responde ao Movimento, Não ao Sofrimento Você já parou para se ouvir enquanto conta como foi a sua semana? Muitas vezes, sem perceber, caímos na armadilha de narrar a nossa vida apenas através dos problemas. Dizemos frases como: “Está tudo travado” , “Muita coisa para resolver” ou “Estou passando por uma fase difícil” . Embora essas frases sejam honestas, elas escondem um perigo silencioso: elas nos tiram do centro da nossa própria história. A Diferença entre Estar "À Deriva" e "No Comando" Existe uma distinção sutil, mas profunda, na forma como escolhemos relatar nossos dias: A Narrativa do Peso (À Deriva): É aquela onde você é o paciente. Você descreve o que a vida está fazendo com você. O foco está no obstáculo, no cansaço e na impotência. A Narrativa da Autoria (No Comando): É aquela onde você descreve o que está fazendo a respeito das circunstâncias. O foco sai do "sofrimento" e vai para a "tentativa". O Poder do "Estou Tent...